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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Depois do "caso" de Ontem , não houve Interclasses nesta Sexta:

Como no post anterior expliquei um pouco (Apartir de informações) do caso de ontem , depois daquilo , não houve interclasses , mas parece que nem neste Final de Semana.

Até agora , todas , ou , a maioria das Equipes estão indo super bem

Parabéns à todos nós do Cardeal!

Garoto sofreu Preconceito dentro do Colégio;

Preconceito (prefixo pré- e conceito) é um "juízo" preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude "discriminatória" perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou "estranhos". Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém, ou de um grupo social, ao que lhe é diferente. As formas mais comuns de preconceito são: social, "racial" e "sexual".

Ontem (11) , teve os interclasses na quadra poliesportiva do Colégio Cardeal, se eu não me recordo foi 2ºB X 3ºB , em volta de umas 20:00 hrs , começou com uma discussão , e acabou em racismo.

Não podemos falar o nome de nenhum dos(as) pessoas para não prejudicar ninguém , mas até agora o que sabemos é que houve preconceito.

Ambas , os dois estavam errado , segundo informações.

Hoje (12) pessoas se mobilizaram com o caso , ambas , se vestiram de preto.







quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Drogas - Curiosidades e Malefícios das Drogas

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Intitulamos “droga” qualquer substância e/ou ingrediente utilizado em laboratórios, farmácias, tinturarias, etc., desde um pequeno comprimido para aliviar uma dor de cabeça ou até mesmo uma inflamação, é uma droga. Contudo, o termo é comumente empregado a produtos alucinógenos ou qualquer outra substância tóxica que leva à dependência como o cigarro, e o álcool, que por sua vez têm sido sinônimo de entorpecente.

As drogas psicoativas são substâncias naturais ou sintéticas que ao serem penetradas no organismo humano, independente da forma (ingerida, injetada, inalada ou absorvida pela pele), entram na corrente sanguínea e atingem o cérebro alterando todo seu equilíbrio, podendo levar o usuário a reações agressivas.

O que leva uma pessoa a usar drogas?

Pesquisas recentes apontam que os principais motivos que levam um indivíduo a utilizar drogas são: curiosidade, influência de amigos (mais comum), vontade, desejo de fuga (principalmente de problemas familiares), coragem (para tomar uma atitude que sem o uso de tais substâncias não tomaria), dificuldade em enfrentar e/ou agüentar situações difíceis, hábito, dependência (comum), rituais, busca por sensações de prazer, tornar (-se) calmo, servir de estimulantes, facilidades de acesso e obtenção e etc.

Álcool e drogas: um problema social, e não criminal


Um assuntos delicado da IV Conferência Nacional de Saúde Mental foi discutido nessa manhã (29) no Centro de Eventos Ulisses Guimarães, em Brasília. O painel ‘Álcool e outras drogas como desafio para a saúde e políticas intersetoriais’ contou com uma mesa eclética na análise da situação da droga e do álcool no país. Antes de começar o debate com público, os participantes da mesa ressaltaram a importância do contato dos agentes de saúde com os dependentes químicos.
A abertura contou com o depoimento da médica Ana Cecília Marques, coordenadora do CAPS Praça da Sé em São Paulo. Popularmente conhecido como Cracolândia, a região foi a primeira do país a apresentar os problemas relacionados ao consumo de crack, com um grande número de usuários há mais de duas décadas. O massivo atendimento a essa população trouxe resultados que interferiram em todos os setores públicos e privados que lidam com o dependente químico.
Segundo Ana, a polícia tem que cuidar do traficante e os especialistas cuidarem dos usuários, pois são estes quem têm o treinamento e o método correto de abordagem. No Centro de Atenção, um terço dos atendimentos é voluntário e o Ministério Público se tornou um grande parceiro, juntamente o Conselho Tutelar e a Estratégia Saúde na Família. Para ela, o Brasil é o primeiro país a encarar o crack como um problema de saúde pública e a expertise brasileira nesse tratamento será um modelo para exportação. “O crack é uma novidade e todos os agentes envolvidos com essa população precisam estar capacitados para o atendimento: ONGs, Polícia, escolas, Ministério Público e famílias”, argumenta a médica defendendo que a solução está na aplicação de recursos formais e informais para a formação de “uma rede de assistência para o crack”. Além de se mudar o modelo de atendimento, Ana afirma que os gestores precisam de financiamento específico para esse fim.

O deputado paulista Paulo Teixeira acredita que o combate ao consumo de drogas está na agenda e na política do Governo, mas a sociedade é muito conivente com o álcool. Paulo se diz contrário à propaganda de bebidas na televisão, pois relaciona o consumo à juventude e ao esporte, defendendo que o combate ao problema estaria na mudança da classificação das drogas. Ou seja, o tratamento deve acontecer independentemente de a droga ser ilícita ou não. “A droga precisa sair da esfera criminal para ser tratamento e educação. Precisa sair do Direito Criminal para o Direito Civil”. O deputado defende ainda que as ações intersetoriais sejam o caminho para melhorar a situação.

Na mesma linha, o psiquiatra Marcelo Kimati defende que as ações não podem ser exclusivas para o crack, devendo incluir o álcool. Destaca ainda que a histórica brasileira no combate às drogas começa a ser preenchida com a Política Nacional no campo assistencial, implementada a partir de 2003. “Apesar de ainda haver muito a ser feito, são inegáveis os avanços e não podemos tentar resgatar modelos superados”, defende Marcelo se referindo aos avanços na luta antimanicomial.
 Karina Fleury, que estava representando o Ministério Público do Rio de Janeiro, defendeu os avanços intersetoriais e a importância da experiência no combate e no tratamento das drogas. Especialista no atendimento a crianças e adolescentes, demonstrou que é preciso “níveis diferentes de intervenção para diferentes casos. Não são o juiz e o promotor que devem dizer o que fazer, e sim os especialistas, médicos, assistentes sociais, Agentes Comunitários de Saúde etc.”, apontando para planos de ação diferentes para adultos, crianças e adolecentes. Para ela, não são necessárias novas leis, mas uma aplicação qualificada da lei, garantindo os direitos individuais para que não haja a cobrança jurídica.